domingo, 21 de setembro de 2014

Não precisa de titulo

Não vou referir o teu nome por duas razões.
1- A maior parte das pessoas sabe a quem me refiro;
2- Para manter a descrição que tantas vezes me pediste.
Eu disse-te por mais que uma vez que podiamos ter escrito um romance, daqueles deprimentes de fazer concorrência ao Nicholas Sparks. E um que só por te ter a tí como protagonista já é digno de ser best-seller.
Mas vou direto ao assunto, o objetivo disto é no fundo agradecer-te. Sabes que eu deprimo com facilidade e a maior parte das vezes para alguem me fazer feliz tem que se esforçar, eu quero agradecer te por fazeres isso sem esforço nenhum, um simples sorriso teu, umas palavras, um abraço ou a tua simples companhia (que significa tanto) são motivos para por um sorriso nos meus lábios.
Obrigado por me fazeres sentir único, por teres confiado, pelas palavras e momentos, e no fundo por me teres deixado fazer parte da tua vida.
Adorei todas as vezes em que te derreteste, em que pus um sorriso, em que te consolei. Tu própria disseste que fui incansável, apenas o fui porque "quem corre por gosto não cansa", e hoje voltava a correr os quilómetros que fossem precisos. Não por desespero, não pelas recordações, não pela esperança, mas por ti e porque tu mereces, porque tudo o que és, e por tudo o que já passaste e pela grande pessoa que te vais tornar.
Tu és aquela pessoa de que apenas me posso orgulhar pela forma que encaras a vida depois de tudo o que já viste e passaste, obrigada a crescer rápido, és preocupada, persistente e teimosa como o raio.
Apanhaste o essencial da infância mas sempre com a maturidade de uma mulher, dedicada a 100% a tudo o que faz.
E agora vais te embora, perseguir o teu futuro e feliz com alguém. Isso provoca me um misto de emoções variadas entre as quais desilusão comigo próprio e orgulho, mas acima de tudo felicidade por ver que estás a fazer o que sempre disseste que farias e persegues o que queres, bem acompanhada e feliz, apenas tenho pena que deixes fazer parte do meu dia-a-dia, fico triste por deixares de fazer parte da minha rotina, rotina essa do qual eras das poucas coisas que valia a pena.
Tu seguiste em frente, e é altura de eu fazer o mesmo, só me resta desejar te a maior das sortes, e lembrar-te que vou estar sempre aqui para o que precisares tataluga.
Adoro te miuda



quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Hoje passei-me

Hoje passei me e vou mandar tudo à merda. Apetece-me. Quantas vezes não apetece dizer "olha vai à merda e não me chateies" mas não podemos porque não é "socialmente aceitável"?
Hoje é o dia, em que mando tudo aquilo que já me chateou à merda, só mesmo para tirar pesos de cima.
Tudo sem excepção, desde aquele professor atrasado que trata os alunos como se fossem animais, até aquele "chico-esperto" que gozou com a minha blusa no 5ºano.
Vão à merda, com todas a letras, vão e não voltem.
Tu que pensas que o mundo te deve alguma coisa, vai à merda; tu que achas que o Sol só te ilumina a ti, vai à merda; tu que prometes e não cumpres, vai com eles.
Por uma vez vou abdicar dos pensamentos profundos e deprimentes e mandar tudo à merda, só mesmo porque me apetece. Se eu não escrever o que me apetece qual é o objectivo de ter um blog?
Por isso olha vai à merda, a la merda, piss off, ok?

Às vezes o mundo pede que por um segundo o ignoremos e pensemos primeiro em nós próprios.




sábado, 6 de setembro de 2014

Escrevo isto ao estilo de carta, como tu fazes, para criar uma piada estúpida e irónica

Houve alturas em que desejei não te amar, e alturas em que pensei que já não o fazia.
Mas enganei-me e agora arrependo-me dessas alturas que apenas me fizeram amar-te mais, e que por mais que não queira, por mais que me tente enganar a mim mesmo e dizer que não, é a ti que amo. Porque descobri que amar é exactamente isso, pensar numa pessoa de forma diferente quase 24/7 e, apesar da mágoa e da desilusão, estar disposto a recebê-la de volta com o mesmo carinho e afecto de sempre.
Dizes que vais fechar uma caixa e não voltar a abrir, mas se ouve algo que eu percebi enquanto estivemos os dois foi que tu prometes muito e cumpres pouco e muitas vezes esqueces-te do impacto que tens e do tudo, tão grande, que és.
Tal como tu também pensei em grande, pensei que a certa altura ia acordar todos os dias a teu lado e que te ias entregar a mim da mesma forma que me entreguei a ti, e o que mais me incomoda é que eu pensei que eras realmente feliz e caso não tenhas percebido era só isso que interessava.
Mas decidiste ignorar alguém que te fez (espero) remotamente feliz e que te via como o ser mais perfeitamente imperfeito do mundo, para perseguir uma causa perdida e deixaste-me a fazer o mesmo.
Não espero que te arrependas, mas quero que o faças, isto sou eu no meu estado mais sincero, não porque tenho saudades tuas, mas nossas.
Esta era a altura em que eu diria com arrogância e talvez um pouco de egoísmo, "esquece que eu existo porque eu esqueci-te e não significaste nada", mas para além de ser arrogante e egoísta seria também mentira e vou aqui provar que fui a melhor pessoa e vou dizer a verdade.
Procura-me porque eu vou procurar-te.

It is a good life indeed...

Com amor




segunda-feira, 1 de setembro de 2014

"Eu não quero que o mundo me veja porque penso que não me vão compreender"

Para quem não sabe este é o inicio do refrão da música "Iris" da banda Goo Goo Dolls e quem diria que existe uma música que me inspira tanto como esta.
John (não sei escrever o apelido correctamente e sou muito preguiçoso para abrir outro separador e ir procurar) de certeza que não esperou que tanta gente o compreendesse, irónico não é?
Para mim esta música significa que por vezes tudo parece caído, não podemos mostrar a ninguém quem somos porque ninguém nos entende, e fazemos tudo para ter alguém que nos perceba, porque essa pessoa é "o mais perto do céu que alguma vez estarei".
E se for verdade? E se realmente ninguém me compreender?
É um pensamento assustador ninguém nos compreender, e ao mesmo tempo esperançoso porque o dharma é complicado e esse alguém pode estar ainda por aparecer, talvez já conheça esse alguém, talvez não.
É o que eu disse, esperançoso...
O meu mundo devido à minha forma de pensar, cai bastantes vezes e sei por experiência que é muito mais fácil levanta-lo com alguém do que sozinho.
Mas quando não se sabe quem é esse alguém tudo o que se pode fazer é começar sozinho, a iniciativa tem que partir de dentro, pode demorar mas a vida continua e quem sabe? Pode aparecer quando menos se espera.
"When everything is meant to be broken, I just want you to know who I am

2 frascos de aspirinas e uma dose de ti se faz favor...

Hoje decidi ser um lamechas e um nhonho e escrever a maior pirosice que já escrevi:
Descobri a essência do que chamamos amar. É dedicarmo-nos inteiramente a uma pessoa, é não conseguir pensar noutra pessoa dessa forma e sentir que a estamos a trair quando o fazemos. É acreditar acima de tudo, acreditar que é possível, estar sempre de braços abertos (apesar de tudo o que já possa ter acontecido) disposto a recebê-la de volta.
É desejar a sua companhia e ter a sua cumplicidade. Não é um simples estar apaixonado ou uma simples crush, nem um gostar ou um amo-te que se tornou banal.
Não existem palavras para descrever o amar. É amar-se apenas, amar às cegas, amar loucamente e querer que o sentimento seja reciproco.
É perceber que não vale a pena resistir, quando se ama alguém é só aquela pessoa e acabou. E pegando nas palavras de Miguel Esteves Cardoso: "Se confiamos no esquecimento para fazer passar esta dor, então não quero que pare de doer nunca!".
O amor é uma doença, para o qual não quero ser curado, porque quanto mais tento resistir mais forte ela fica e a única forma de a curar é dar-lhe o que ela quer.
Resumindo a única cura para a minha doença... és tu.
E como diz naquela música dos Ornatos:
"A cidade está deserta, e alguém escreveu o teu nome em toda a parte, nas casas; nos carros; nas pontes; nas ruas. Em todo o lado essa palavra repetida ao expoente da loucura, ora amarga, ora doce. Para nos lembrar que o amor é uma doença, quando nele julgamos ver a nossa cura."



Tu pertences a ti

Tu pertences a ti, pura e simplesmente sem rodeios e hesitações, não pertences aos teus pais, nem professores, nem patrões, nem governo, etc...
Tu pertences a ti e a ti unicamente.
És livre, tens ideais e o direito de os defender pacificamente e ninguém pode parar isso.
Levanta-te desse canto! Mostra a tua liberdade, mostra o que te agrada, diverte-te, aprende sem medo porque ninguém te pode privar disso, aproveita a liberdade, explora o mundo, a ti próprio e aos outros.
Ama, vive sem rancor nem vontade de vingança, defende o que acreditas mas não julgues os que pensam de forma diferente, faz o que desejas, cumpre sonhos e lembra-te se fores bom, moral, ambicioso (na medida certa) e acima de tudo se fores feliz, és imparável.
Existem consequências claro, mas apenas se saíres das legalidade ou da moralidade e ninguém precisa disso para ser feliz.
Não precisas de mudar a vida de muitas pessoas para seres lembrado e feliz, basta mudar a vida de forma positiva à pessoa certa e vais para sempre ser lembrado por ela e por todas as pessoas que apreciarem as tuas acções.
Resumindo e concluindo se conseguires fazer alguém feliz também tu serás mais feliz. Todos podemos ser felizes, só temos que encarar a vida dessa forma. E uma vida feliz é uma vida que vale a pena ser vivida.

Serei uma pedra?

Serei apenas mais uma pedra atirada ao rio? Com destino determinado a chegar à foz e a depositar-se no fundo do mar?
Ou será melhor assim, saber que se vai percorrer o rio até a foz, do que não saber?
Estar perdido no desconhecido sem saber o que vai
acontecer a seguir? Tão depressa ser uma pedra no rio ou um peão numa auto-estrada.
Ou ainda mais assustador, ser dono do destino. Ter responsabilidade sobre o que me vai acontecer, ser soberano do meu próprio mundo, saber que qualquer decisão que faça não pode alterar aquilo que era suposto acontecer porque, ao fazer essa decisão estou a criar o caminho que percorro.
Eu prefiro acreditar que as decisões que faço importam porque sem elas, quem sou?
Logo prefiro acreditar que realmente as minhas decisões contam para algo, elas que fazem de mim quem sou.
Mas por mais perdido que esteja é sempre bom saber onde estou.
Por isso, serei uma pedra? Sim sou uma pedra num rio enorme, mas não sou apenas mais uma, sou uma pedra única, diferente de todas. Num rio em que se escolher mal a direcção, posso ficar encalhado e nunca ver a linda paisagem da foz.
Mas também um rio cheio de oportunidades, momentos, paisagens, altos e baixos. Descer o rio é um desafio. E quem não gosta de um bom desafio?

Com tecnologia do Blogger.

About me

Se, por algum lapso de consciência decidires ler mais alguma coisa que se siga a esta apresentação ficas já avisado que, das duas uma, ou vais deprimir ou vais dizer-me assim "fogo, és um triste", se pensares isso eu respondo-te, "não, eu sou feliz, tenho um pai e uma mãe que trabalham e uma irmã que é uma chata do caraças, tenho uma casa e comida na mesa todos os dias, por isso supostamente não tenho motivos para me queixar." Mas eu sempre fui do contra e dado a minha idade e teimosia arranjo sempre motivos para me queixar.